Historia socio-espacial del trabajo en Brasil, educación profesional tecnológica y asunto regional
DOI:
https://doi.org/10.29148/labor.v1i24.44200Palabras clave:
Educação Profissional Tecnológica; Trabalho; Institutos Federais; Desigualdades Regionais.Resumen
Este artículo se presenta con la perspectiva de contribuir al debate sobre la educación profesional tecnológica en Brasil, situando la historia de la educación profesional y la historia socioespacial del trabajo en el país, desde el momento en que comenzó la colonización. Es, por lo tanto, un esfuerzo basado en la investigación bibliográfica y las reflexiones dentro del grupo de investigación en Gestión, Políticas e Historia de la Educación Profesional y Tecnológica (GPHEPT), y que busca analizar los determinantes políticos, económicos y sociales que hicieron posible la surgimiento de la educación profesional en el contexto de disputas entre los sectores productivos agroexportadores e industriales en las primeras décadas del siglo XX y que, ciertamente, se extiende hasta nuestros días. El texto busca problematizar la dinámica que convirtió a la Región Sudeste en un polo para atraer la fuerza laboral y producir la concentración de las disparidades regionales resultantes de tales procesos, pero también presenta como una posibilidad, la contribución de la educación profesional tecnológica a una política industrial y tecnológica que tiene como su estrategia, producir nuevas dinámicas regionales y, por lo tanto, una desconcentración regional de atracción y movilidad de la fuerza laboral. La territorialidad y el proyecto político y pedagógico de los Institutos Federales de Educación Científica y Tecnológica se presentan como equipo fijo y política educativa estratégica para el diálogo entre educación, tecnología y desarrollo regional.
Palabras clave: Educación Tecnológica Profesional; Trabajo; Institutos federales; Desigualdades regionales.
Citas
BOITO Jr., A. O golpe de 1954: a burguesia contra o populismo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
BRANDÃO, C. Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global. Campinas: Editora da Unicamp, 2007.
DEAN, Warren. A industrialização de São Paulo (1880-1945). Tradução de Octávio Mendes Cajado. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991.
ENGELS, F. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Tradução de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.
FANON, F. Os condenados da Terra. Tradução de José Laurênio de Melo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
GONÇALVES, M.F. Engrenagens da locomotiva: ensaio sobre a expansão urbana paulista. Campinas: Instituto de Filosofia Ciências Humanas (IFCH) UNICAMP, 1998. 339 p. Tese de doutorado, Programa de Pós Graduação em Sociologia. Campinas, SP, 1998.
LAFARGUE, P. O direito à preguiça. São Paulo: Hucitec/ Unesp, 1999.
MARTINS, J.S. O cativeiro da terra. São Paulo: Hucitec, 1979.
MARX, K. O 18 Brumário de Louis Bonaparte. Coimbra, 1971.
MASSEY, Doreen. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.
OLIVEIRA, F. Elegia para uma Re(li)gião: SUDENE, Nordeste. Planejamento e conflitos de classes. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
OLIVEIRA, F. Economia da dependência imperfeita. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
OLIVEIRA, F. Crítica à razão dualista. O ornitorrinco. São Paulo: Boitempo, 2003.
PACHECO, E. M. (Org.). Institutos Federais: uma revolução na Educação profissional e Tecnológica. Brasília/DF, São Paulo/SP: Moderna, 2011.
PRADO Jr., C. Formação do Brasil Contemporâneo. 8. ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 1965.
SANTOS, M. & SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.
SANTOS, M. A natureza do espaço: espaço e tempo: razão e emoção. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1999.
SANTOS, M. Sociedade e espaço: formação social como categoria e como método. Boletim Paulista de Geografia, n. 54, p. 81 – 100, 1977.
SAVIANI, D. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. 4. ed. Campinas: Autores Associados, 2013.
SCHENKEL, C.A. Gestão ambiental: perfil profissional e formação em cursos superiores de tecnologia e de bacharelado. 2012. 348 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.
SINGER, P. A crise do milagre: interpretação crítica da economia brasileira. São Paulo: Paz e Terra, 1975.
SOUZA, J. A elite do Atraso: Da escravidão à Lava Jato. Rio de Janeiro: Leya, 2017.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
2. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) durante o processo editorial informando que o artigo está em processo de publicação, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).